Brasil Violento

Brasil: isto é inadmissível, filho chega alterado em casa, de madrugada e expulsa a mãe, uma idosa de 75 anos de idade, no Maranhão

A cidade de Presidente Juscelino ficou chocada com essa cena, que agora nós iremos compartilhar para que todos os brasileiros saibam o que aconteceu nesta cidade do estado do Maranhão.

Na madrugada de ontem, sexta-feira, (19) de junho, por volta de 03:00 horas da madrugada, um filho chegou alterado em casa .

Não sabemos se o elemento fez uso de drogas, ou cachaça ou sabe o que esse elemento usou.

Na realidade não podemos chamar esse elemento de filho, escrevendo este texto meus olhos enchem de lágrimas.

Como pode uma senhora, uma idosa de 75 anos, que usa bengala para se locomover, foi expulsa da própria residência por um elemento que se diz filho, isso às 03:00 horas da madrugada..

A cena gerou grande revolta entre os moradores, o caso deixou os moradores sensibilizados com o fato.

Essa ocorrência levanta questões sobre os acontecimentos em casas onde vivem idosos que muitas vezes são tratados piores que animais, filhos que na verdade são carrascos, tomam o dinheiro da aposentadoria dos pais e os deixam jogados à própria sorte.

Uma ocorrência como está reforça as leis de violência doméstica, muitas vezes não há contato físico, mas o contato psicológico, abala os idosos e mostra a realidade de um país que a lei existe, mas só no papel.

Os idosos se tornam vítimas em suas casas, o país tem que mudar, as leis têm que ser cumpridas na sua totalidade.

Essa cenas são de cortar o coração.

Compartilhem essa matéria, para que o culpado pague pelo que fez e esse elemento tem que ser afastado da mãe antes que acontece algo pior.

Essa é a triste realidade brasileira, onde achamos rios de dinheiro em casas de políticos, e são esses mesmos políticos que fazem leis para benefício próprio e que também beneficiam monstros como esse elemento.

Compartilhe essa matéria pois esse caso não pode sair impune.

Esse elemento tem que ser afastado da mãe e que vai para a cadeia.

Por Saulo Carvalho Ribeiro