Donald Trump, Nicolás Maduro e os Caças da ☠️ Morte
Continente Americano, quinta-feira (21) de agosto de 2025.
O clima está prestes a explodir, pois o presidente dos Estados Unidos da América elevou para $ 50 milhões de dólares o prêmio para informações que levem a prisão do líder Venezuelano.
Além disso, três destróieres estão a caminho da costa venezuelana, para uma operação de combate ao narcotráfico na América Central e Caribe.
Em resposta, Nicolás Maduro mobilizou cerca de 4.5 milhões de pessoas que formam a Milícia Nacional Bolivariana, Nícolas Maduro disse que irá armar camponeses, trabalhadores em resposta às ações de Donald Trump.
O clima está quente, pois o governo americano impos sanções econômicas, tais sanções resultaram no confisco de cerca de US$ 700 milhões de dólares em bens do governo venezuelano, até o avião presidencial de Maduro foi confiscado.
O mundo acompanha esse escalada de tenção que pode causar impactos econômicos e financeiros nos países latino e sul americanos.
Agora iremos falar dos super caças, dos aviões B-12 que são invisíveis e podem voar cerca de 11 mil km sem reabastecimento..
Estas máquinas mortíferas carregam cerca de 18 toneladas de armamento, por onde passam nenhum radar pode rastrear estas super máquinas.
Os EUA tem 21 unidades B-2, custaram cada uma cerca de US$ 2.1 bilhões, os B-2 operaram recentemente no Irá, além disso podem lançar armas nucleares, são reabastecidos no ar.
Levam dois pilotos, tem banheiro químico, micro-ondas para os pilotos alimentarem e até espaço atrás dos assentos para o piloto dormir em revezamento, uma verdadeira máquina mortífera.
Recentemente tais máquinas foram apresentadas ao mundo, Wladimir Putin viu de perto o poderio bélico americano.
A morte pode chegar para milhões de venezuelanos e o presidente Nicolás Maduro fica incitando a guerra, fazendo discurso em resposta às ações de Donald Trump.
Mas o mundo viu quem tem as máquinas da morte, lembrando que são invisíveis a radares convencionais.
A tensão está no ar, mas a morte pode recair sobre a terra a qualquer momento.
Créditos da Imagem Reuters

